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ESMALTEM-SE E SEJAM FELIZES!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

SUGESTÃO DE PRESENTE (ESMALTÍSTICO)

Bom dia!
Já faz algum tempo que estou paquerando a linda bonequinha da foto abaixo na vitrine da loja Mundo Verde no centro do Rio de Janeiro (há outras lojas em diversos Estados e inclusive em Portugal. Veja o link acima).


Kokeshi Nail coral:  elétrica


O que me chamou a atenção- como não poderia deixar de ser- foi que cada bonequinha vem acompanhada de um vidrinho de esmalte na mesma cor de sua roupa.


Pedi à vendedora para olhar mais de perto. Ela retirou o produto da vitrine e pude notar que o esmalte era de uma marca nunca antes vista: Nail Club (nacional).


Kokeshi Nail: uma para cada estado de espírito




O mimo chama-se KOKESHI NAIL e custa aproximadamente R$40,00 (preço pesquisado em dezembro/2011). Está disponível em oito cores diferentes.


Kokeshi Nail zul: arrojada

Kokeshi Nail rosa: fashion
Kokeshi Nail vermelha: intelectual


A Trevisan Concept, que comercializa as bonecas, tem uma página online cheia de coisinhas lindas que todas nós amamos- mas só vende para lojistas.

De qualquer forma, já dei a dica de onde comprar o presente. Ah, meu aniversário é no mês que vem... hihihihi

Aliás, um presentão, né?

Beijos esmaltados!

Marcelle


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Importantíssimo: Sua Saúde, Higiene e os Salões de Manicure

Olá, querida leitora

O post de hoje não tem foto, nem ilustração, nem nada que possa nos distrair do foco principal de seu texto. Trata-se de um assunto grave e, na maioria das vezes, não consideramos com a devida seriedade os riscos que corremos ao fazermos nossas unhas em salões de beleza que não tratam adequadamente os equipamentos utilizados.

O artigo abaixo foi publicado na Época de julho do ano passado, mas só agora eu o li. Artigo, aliás, que interessa não só às clientes mas também às profissionais dos salões E, é claro, preciso compartilhar essas informações, que são da maior importância. Por favor leia o artigo até o final. É interessante a assustador, ao mesmo tempo. Precisamos nos cuidar, querida leitora! Afinal, se não nos cuidarmos, quem vai, não é?

Beijos
Chrystal.RJ


O mito da mulher limpinha
É fácil pegar hepatite B e C na manicure. Porque não dá para confiar na esterilização feita nos salões de beleza


Nunca conheci uma mulher que não faça as unhas. O mercado profissional das manicures é curioso. Quando a economia vai bem, as plaquinhas que anunciam vagas se multiplicam pelas cidades – dos salões luxuosos às bibocas mais improvisadas. Quando a economia vai mal e o desemprego avança, as manicures são as últimas a sentir a crise. O salário delas passa a sustentar a família. Manicure não fica sem trabalho. É serviço de primeira necessidade – às vezes disputado no grito pelas clientes.

Se todas as mulheres e muitos homens frequentemente sofrem ferimentos provocados pelos alicates – os terríveis “bifes” – quem garante que não sairão do salão infectados por um vírus que pode ser fatal?
Ninguém garante. A existência de autoclaves e estufas nos salões não é garantia de coisa alguma. Foi o que descobri ao entrevistar a professora de enfermagem Andréia Schunck, do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo. 

Em seu doutorado, Andréia decidiu investigar de que forma as manicures contribuem para a disseminação das hepatites. Ninguém sabe ao certo quantos são os portadores dos vírus B e C no Brasil. Estima-se algo entre 1,5 milhão e 4 milhões. É gente demais.
Esses vírus provocam inflamação no fígado. São um gravíssimo problema de saúde, como contou o médico Drauzio Varella na coluna da semana passada. Drauzio vai levantar o assunto na nova série do Fantástico, que estreia no dia 17.

Os vírus podem danificar o fígado durante décadas sem dar o menor sinal. Quando o doente o descobre, já infectou várias outras pessoas por meio do contato com material perfurante ou nas relações sexuais. Muitas vezes a doença já chegou à fase de cirrose ou câncer. O único recurso passa a ser o transplante. Ele é disputado numa fila cruel, mais longa que a do coração e a dos rins. Grande parte dos pacientes morre antes de conseguir o órgão.

É chocante perceber que todo esse sofrimento poderia ser evitado se normas básicas de higiene fossem efetivamente cumpridas. Andréia visitou cem salões de beleza da capital paulista. Na periferia, no centro, nos shoppings, nos bairros nobres. A metodologia foi rígida. Para evitar qualquer viés que invalidasse os dados, pediu ao Datafolha que dividisse as regiões da cidade por amostragem. O instituto de pesquisa informava um ponto de referência em cada bairro. Uma banca de jornal, uma padaria, uma loja.
A partir dele, a missão de Andréia era caminhar aleatoriamente até encontrar o primeiro salão de beleza. Ao encontrá-lo, se apresentava e fazia a pesquisa. “No Brás, caminhei duas horas e meia até achar um salão. Durante toda a pesquisa emagreci 16 quilos”, diz ela. O esforço valeu a pena. Trata-se de um estudo inédito no mundo. 

Andréia passava de seis a dez horas em cada salão. Entrevistava as manicures, observava como elas trabalham e colhia sangue para verificar se tinham o vírus da hepatite B ou C. Em TODOS os salões, encontrou práticas inadequadas.
As manicures não lavavam as mãos depois de atender cada cliente, não lavavam o material antes de colocá-lo no equipamento de esterilização, não usavam as autoclaves corretamente etc. Em um deles, as profissionais achavam que colocar os alicates no forninho elétrico seria suficiente. Tiravam pães de queijo da assadeira e colocavam os alicates no lugar. Inútil. O calor do forninho não é suficiente para matar os vírus. 
Até nos salões mais badalados, frequentados por celebridades e divulgados como templos exclusivíssimos do luxo e da beleza, Andréia observou pelo menos um descuido capaz de permitir a transmissão dos vírus. 

As manicures não têm noção do risco que correm. Podem pegar a doença das clientes caso se machuquem com o material usado.O mesmo pode acontecer se fizerem as próprias unhas com o material infectado pelas clientes. Andréia observou que essa é uma prática mais comum do que se imagina. 

Num dos salões mais chiques de São Paulo, Andréia quis saber por que a manicure não usava luvas. A moça respondeu:
“Não tem perigo. Minhas clientes são limpinhas”.
Tentar adivinhar a condição de saúde de alguém pelas pistas sugeridas pela boa aparência e pela condição social privilegiada é uma tremenda bobagem. Passar a tarde no ofurô, entregar as chaves da BMW ao manobrista e desfilar uma Louis Vuitton por semana não torna ninguém imune aos vírus. Eles não fazem distinção entre os limpinhos e os sujinhos. Os vírus têm um único objetivo neste planeta: crescer e se multiplicar. Para cumprir essa missão com eficiência, é preciso infectar as pessoas sem matá-las rápido demais. Quanto mais tempo o hospedeiro sobreviver e espalhar a praga, mais descendentes os vírus colocarão no mundo. 

É exatamente o que fazem os vírus da hepatite B e C. O vírus B é cem vezes mais infectante que o da aids. Tem a capacidade de permanecer vivo em superfícies por até sete dias. A pessoa infectada é capaz de viver décadas sem notá-lo. A mulher que contrai o vírus B na manicure pode transmiti-lo ao parceiro se não usar camisinha nas relações sexuais. A transmissão sexual do vírus C é controversa e rara, mas os especialistas dizem que ela também pode ocorrer. “Parece estar restrita a alguns grupos de risco com práticas sexuais anais e traumáticas”, diz Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia. 

Entre as manicures, a prevalência dos vírus da hepatite é maior que na população geral. Foi o que Andréia comprovou. Os exames de sangue demonstraram que 10% das profissionais entrevistadas estavam infectadas. O vírus B apareceu em 8% da amostra e o vírus C em 2%. 

A forma mais segura de se proteger da doença é a vacinação. Existe vacina para o vírus B, mas não para o C. O SUS oferece a vacina contra hepatite B a grupos específicos (profissionais da saúde e do sexo, imunossuprimidos, coletores de lixo etc). As manicures fazem parte dessa lista, mas apenas 15% das mulheres entrevistadas por Andréia sabiam que tinham direito à vacina. 

As manicures também tinham muitas dúvidas sobre a forma correta de higienizar o material. Para não correr risco de se infectar ou de infectar as clientes, a profissional precisa cumprir todos os passos a seguir. Na próxima vez em que for ao salão, observe se eles realmente foram cumpridos. É provável que você se assuste: 

1) Antes de atender cada cliente, lavar as mãos ou usar álcool gel
2) Colocar as luvas. Usar um novo par a cada cliente
3) Usar lixa e palito descartáveis (um para cada cliente)
4) Abrir o pacote com o material esterilizado na frente da cliente
5) Usar uma toalha limpa ou descartável para cada cliente
6) Lavar os alicates, a espátula e outros instrumentos metálicos reutilizáveis com água, sabão e escova
7) Enxugar esse material com toalha limpa e colocá-lo no envelope especial para esterilização
8) Selar o envelope e colocá-lo na estufa ou na autoclave
9) A estufa não pode ser aberta durante a esterilização. Se uma manicure abrir a porta da estufa enquanto outra deixou o material lá dentro, a esterilização fica comprometida. É preciso manter a estufa funcionando durante uma hora ininterrupta, à temperatura de 170 graus
10) A autoclave é mais fácil de controlar porque funciona como uma panela de pressão. Basta colocar o envelope, fechá-la e esperar até o final da esterilização. 

Se você gostou desses passos, espalhe o link e contribua para a saúde de todos. Outra opção é fazer um kit e levar o seu próprio material ao salão. Não basta levar apenas o alicate. “Levo acetona, esmalte, palito, espátula, alicate, tudo”, diz Andréia. Ela tem dois ou três alicates. Manda afiá-los nas mesmas casas especializadas onde as manicures compram o material de trabalho.
Neurose demais? Pode ser, mas estou convencida de que o sofrimento provocado pelos vírus da hepatite é infinitamente maior. “O erro de muitas mulheres é desvincular a saúde da beleza”, diz Andréia. “É importante cuidar da beleza. Mas com saúde”.
(Cristiane Segatto escreve às sextas-feiras)

E você? O que observa nos salões de beleza? Como se protege? Conte pra gente. Queremos ouvir sua história.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Color Club: Fashion Addict

Olá, querida leitora!

Mais um esmalteeeeenho da Color Club pra mostrar: o delicado e glamouroso Fashion Addict ("viciada em moda" é a tradução) da Color Club, que faz parte da coleção Catwalk Queen ("rainha das passarelas") lançada para a primavera de 2009, formada de esmaltes em tons discretos para que não se destaquem demais com relação às roupas.







Gente, esse é um dos meus esmaltes preferidos de todos os tempos! Excelente cobertura, excelente pincel, durabilidade razoável, à prova de lascas, lindo prisma. Tudo de bom!














Sob a luz do pôr do sol..


Usei apenas duas camadas, pois ele fica mais escuro com mais camadas.
Não é divino? E foi tão difícil escolher as fotos para serem postadas. Todas saíram boas!
Definitivamente, um esmalte chique e discreto. Lindo!
Gostou desse esmalte, querida leitora?
Beijo beijo beeeeeeeeeeeijo!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

UM FUCHSIA (FÚCSIA) NACIONAL

Oi, meninas, tudo bem?

No dia 19/01/2012, a antenadíssima Mônica do Blog 9ml lançou uma campanha super criativa, visando incentivar as empresas nacionais a criarem (e incluirem em sua cartela de cores) um esmalte da cor fúcsia.

A campanha, que ainda está no ar, se intitula #porumfuchsianacional (vide o banner na lateral do nosso site).

Tal qual Mônica, eu também AMO FÚCSIA e sempre que posso compro esmaltes desta cor.

Mas que cor é essa? Para quem nunca viu, eu descrevo fúcsia como uma combinação de rosa com violeta ou roxo. Magenta, segundo alguns. Existe uma planta, cuja flor é conhecida popularmente como "brinco-de-princesa", que se chama fuchsia.


Flores brinco-de-princesa

Sapato fúcsia



Segundo o site Wikipedia, a cor magenta é "chamada também de fúchsia ou fúcsia, devido à planta com o mesmo nome. Fúchsia é usado como nome alternativo para a cor magenta eléctrica. A cor é por vezes não muito correctamente chamada de rosa brilhante ou rosa vívido." (Fonte: Wikipedia)

 

Parede fúcsia


O problema levantado pela blogueira Mônica foi: não há esmaltes fúcsia no Brasil.


Só que, lendo a matéria do Blog 9ml, tive a nítida sensação de que já existe um esmalte fuchsia fabricado no Brasil, e fui verificar.


Não demorou muito para que eu encontrasse o vidrinho. O que demorou foram as fotos, mas agora estou com todo o material aqui pronto pra mostrar pra Mônica e pra vocês.


O esmalte em comento é o LILÁS, da marca capixaba EXTRAVASA, que agora mostro pra vocês.


Começo com a foto dele nas unhas sintéticas, para que percebam que, apesar do nome "nada a ver", o esmalte nada tem de lilás, e sim de fúcsia mesmo.






Quero ressaltar que, antes de escrever este post, eu testei e testei e testei o esmalte; quis me certificar de que não se tratava de um rosa choque e sim de um magenta. E depois de todos os testes e comparações com meus esmaltes importados, eis o veredicto. É realmente um fuchsia.


Só que, como eu já esperava, nem sempre as cores ficam fiéis nas fotos. Depois da foto inicial fizemos diversas outras, com e sem luz artificial, e não foi nada fácil chegar à cor exata do vidrinho.



O Lilás, esmalte da Extravasa, na realidade é fúcsia.



Assim como existem várias tonalidades de azul ou de verde, existem também algumas diferenças entre os magenta.  Existem magentas mais vibrantes do que o Extravasa, mas isso não quer dizer que o esmalte acima seja menos magenta.



Aliás, sobre isso o próprio blog 9ml já havia falado neste post aqui (clique e leia). Nele, com muita  propriedade a Loise comenta sobre os vários tipos de magenta, e inclui em sua análise um esmalte magenta nacional, o Maravilha da marca Guga.  Mas quem lê a matéria mais atentamente nota que depois ela o desqualifica, considerando-o "cor maravilha", ou "o menos magenta de todos".



Eu sei da dificuldade de se encontrar um esmalte magenta nacional. Sei que muitas falaram do esmalte Sexy, da Dote, mas o Sexy está mais pra (cor) rosa. Acho que o Maravilha de Guga também está mais pro rosa. Nas unhas da blogueira, porém, ele ficou bem fúcsia. O que eu quero dizer é que, independente de ser ou não parecido com o Bermuda Shorts (Essie)- o referência em fúcsia, o Extravasa é também um fúcsia, só que menos vibrante.



Esmalte Lilás, da Extravasa (aliás, horrível de fotografar)


Antes de me despedir de vocês, quero dizer que, a despeito de havermos encontrado um fúcsia nacional digno, o blog Crazy 'Bout Nails vai aderir à campanha do Blog 9ml "por um fúcsia nacional", porque o Brasil PRECISA de mais esmaltes fúcsia. Nossa , peguei pesado agora!hehe


Queremos um tom de fúcsia vibrante ou neon, igual ou similar ao esmalte da foto abaixo, à direita:



Meus fofos Sally Girl, em azul e fúcsia.


Não é isso, Mônica?? ;)  Captei bem seus anseios??


Beijo e uma ótima semana!

Marcelle


domingo, 29 de janeiro de 2012

CLIPPING: NAIL BAR EM SP

Olá,  amiga esmaltólatra!!

Já viu que maravilha que está rolando em Sampa??

A galera mais antenada inventou um lance que está bombando lá em São Paulo: os "nail bars".

Trata-se de um bar onde você, além de se divertir com amigas, ainda pode sair com as unhas feitas- olha que beleza!!

Confira a matéria na íntegra, transcrita do site "G1":


'Nail bar' é opção para embelezar as unhas durante happy hour em SP

Segmento ganha espaço com casas em diferentes bairros.
Conceito é de ambiente onde amigas podem conversar e beber.

Márcio Pinho
(Do G1 SP)
Larissa, Bruna, Denise, Aline e Fernanda no Cosmopolish, recém-inaugurado nail bar em Pinheiros (Foto: Márcio Pinho/G1)Larissa, Bruna, Denise, Aline e Fernanda em happy hour no Cosmopolish, em SP (Foto: Márcio Pinho/G1)
Um “happy hour” para mulheres, que entre um drink e outro aproveitam para cuidar da beleza. Essa é a ideia de um tipo de casa que vem surgindo em São Paulo, o "nail bar". O objetivo é oferecer os serviços de manicure e pedicure (unha em inglês é "nail") aliando a isso o ambiente de descontração dos bares.

Os espaços de "nail bar" em São Paulo apostam num ar de modernidade. As clientes têm à disposição prateleiras com centenas de diferentes tons e marcas de esmalte e podem escolher entre pinturas tradicionais ou ainda mais irreverentes, como a inglesinha – uma unha de cada cor e com pontas de tons diferentes. Elas se sentam em cadeiras próximas ou então em bancos colocados lado a lado.

Enquanto as unhas mudam de cor, são oferecidos desde cafés e espumantes a bebidas típicas de baladas.
É o caso do Cosmopolish, em Pinheiros, na Zona Oeste, que oferece drink de nome parecido, o Cosmopolitan, mistura de vodca, licor, limão e suco de cranberry. O espaço é o mais novo do tipo na
capital – foi inaugurado em dezembro.

Uma das sócias, Jack Cardoso, afirma que “a ideia é explorar a unha como um acessório de moda e que as clientes possam desfrutar o local sem ter de brigar com o barulho dos secadores de cabelo dos salões mais tradicionais.” O Cosmopolish tem mais de 700 tipos de esmalte nacionais e importados, e as bebidas são servidas gratuitamente após as 17h.


Larissa Hirata, que optou pelo drink Cosmopolitan e glitter nas unhas (Foto: Márcio Pinho/G1)
Larissa Hirata, que optou pelo drink Cosmopolitan
e glitter nas unhas (Foto: Márcio Pinho/G1)

No dia 19 deste mês (JANEIRO/2012), cinco amigas e companheiras de trabalho conheciam o espaço e aprovavam a modalidade. "Acaba sendo um evento, uma saída com as amigas para conversar e se divertir", disse a designer Denise Brito, 26. A amiga Larissa Hirata, 25, destacou a variedade de opções em relação a outros salões. No grupo de cinco amigas, ela foi a que optou por unhas mais ousadas - escolheu vermelho e detalhes com glitter.

Cerveja própria

O sucesso do segmento do "nail bar" na cidade faz com que o salão Detrich, localizado em Moema, na Zona Sul, ousasse e resolvesse criar uma cerveja própria, com o mesmo nome do bar. A proprietária, Juliana Diniz, explica que é uma bebida diferente das cervejas tradicionais porque não tem conservantes ou estabilizador de espuma. “É a pedida preferida das clientes”, afirma. Uma garrafa de 330 ml sai por R$ 9. Outras opções são vinho e cachaça.

O Detrich segue o princípio de outros "nail bars" de que o importante é proporcionar um happy hour. Tanto que o serviço de manicure, o de pedicure e o bar ficam isolados no térreo do salão, enquanto que a estética corporal e facial fica no andar superior. E a música, em especial jazz e bossa nova, é usada para descontrair o ambiente. Juliana conta que o "nail bar" é frequentemente reservado para grupos de amigas. “Já tivemos até cliente que marcou um esquenta para comemorar o aniversário”, afirma.

Outro espaço, o Lily Nail Bar Spa, na Vila Olímpia, na Zona Sul, é também voltado à estética feminina e oferece entre os seus serviços o "nail bar". Há trabalhos voltados aos pés e que vão além do embelezamento das unhas, como tratamentos com ervas e rosas.


Serviço:
Cosmopolish
Rua dos Pinheiros, 365 – Pinheiros
Telefone: (11) 3892-1910.
DetrichRua Graúna, 183 – Moema
Telefone: (11) 5041-1362

Lily Nail Bar Spa
Rua Nova Cidade, 387 – Vila Olímpia
Tel.: (11) 3044-1735

Unhas e Cores
Alameda Jauaperi, 543 – Indianópolis
Telefone: (11) 5052-7272
Lilac NailsRua Leopoldo Couto Magalhães Júnior, 187– Itaim
Telefone: (11) 3078-7970


Gostaram? Tem nail bar na sua cidade?
Comentem!!!


Amei a ideia!! Eu quero um aqui em NITERÓI/RJ!!!! Quem quer ser minha sócia num desses? hehe

Beijos,

Marcelle



Ozotic - 526 + Hits - Zeus + Dior - Pink Aristocrat 386

Olá, querida leitora!

Durante os preparativos para uma viagem, tive que escolher, é claro, que esmaltes eu iria usar. E, sendo uma viagem, resolvi marcar manicure, assim seria menos uma tarefa para executar na véspera do embarque – além do acabamento profissional, né? ;o) 

Você já sabe que eu adooooro fazer as unhas em casa mas, nesse caso, ir à manicure me facilitou as coisas. O que não foi fácil foi escolher os esmaltes! Eu queria algo exótico e poderoso. Por fim, optei pelo lindo holo preto Ozotic 526. 





 O Ozotic é uma marca australiana de que gosto demais! São generosos 16 ml de esmalte (nas edições regulares, pois há edições diferentes em que a quantidade é menor, depois eu mostro) e o pincel é perfeito. Perfeito!




 
Só que a manicure tirou as pontinhas sem que eu percebesse, e eu de-tes-to unha sem as pontinhas. Ficam parecendo unhas de quem lavou louça uma semana, um horror. Só que só fui perceber quando ela já tinha feito essa bobagem em uma mão inteira, aí deixei pra lá.






Mas é claaaaaaaaaaaaaro que fiquei insatisfeita com as minhas unhas e, chegando em casa, resolvi dar um jeito no problema passando duas camadas bem fininhas do Zeus da Hits. 






O que foi duas vantagens: resolvi a questão das pontinhas e, além disso, o prisma holográfico ficou ainda mais bonito. Ficou realmente um show! Adooooro os holos da Hits!









































O efieto ficou tão show que até uma foto tirada em um restaurante, dias depois, ainda mostrava o efeito holo... 





E o que escolhi para os pés? O poderoso e delicado Pink Aristrocrat 386 da Dior que veio no kit Dior Vernis Collection Voyage. 



Olha uma fotinha do kit, muito lindinho!





 

Eu ODEIOOOOO mostrar os pés, só vou mostrar (uma parte) pra poder mostrar a cor e só porque o vidrinho da Dior está junto. Mas isso não se repetirá! rsrsrss

 

Não é todo dia que a gente bota um Dior, ainda mais nos pés, né? ahahaha

O 386, ou Pink Aristocrat, é um rosinha puxando para o goiaba com uma leve cintilância. Nossa, muito feminino. A marca informa que o esmalte é a prova de lasca... Bem, preciso admitir que não saiu uma lasquinha sequer e durou à beça!


Um adendo: mesmo durante viagens eu não me esqueço de você, querida leitora. E, passeando pelo free-shop de um aeroporto, dei de cara com essa MARAVILHA. Eu tinha que fotografar pra mostrar pra você, né?





Fiquei com vontade de me jogar nesse display da OPI! Literalmente! Mas aí eu ia ser presa por danos ao patrimônio, né? haha


E, enquanto eu aguardava minha conexão, tirei mais umaS fotinhaS das minhas unhas, fiquei encantada com o efeito dos esmaltes... #alokadasfotosdeunhas








 
 
O que você achou desses esmaltes, querida leitora? Não deixe de comentar!

Beijo beijo beeeeeeeeeeeeeijo!
Chrystal.RJ


sábado, 28 de janeiro de 2012

Foil ou unhas metalizadas fantásticas II: + 1 tentativa... rs

Olá, querida leitora!

Então... Não satisfeita com os resultados de minha primeira tentativa, resolver arriscar mais uma vez. Afinal, a experiência conta, a prática leva à perfeição etc. etc. etc.  
Neste caso, usei um foil azul com detalhes verdes que é um escândalo!


 
 Com flash

Sem flash


Ainda não foi desta vez (rs...) que consegui que elas ficassem perfeitas, mas o resultado ficou bem melhor nesta segunda tentativa. De longe, as falhas nem ficaram tão aparentes. Também tenho que me lembrar de limpar bem a colinha em volta das unhas, além do top coat




Desta vez usei o top coat selante da Mavala, que encomedei por recomendação. Hum... Não posso dizer que é o melhor top coat para foils, mas o resultado ficou mais apresentável. Ainda preciso fazer mais experiências.



Beijo beijo beeeeeeeeeeeeeeeijo!
Chrystal.RJ